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terça-feira, 29 de abril de 2008

Entre o céu e o inferno - Filmaço


Olá, amigos

Semana passada assisti um dos melhores filmes que já vi, sem exageros. Entre o céu e o inferno (Black Snake Moan - no original). Adorei o filme por diversos fatores. Primeiramente se trata de uma história de amor, ou seja, do que todo ser humano quer : amar e ser amado. Mas não como os outros filmes do gênero. Este é totalmente original e hipnótico, e a primeira cena já diz a que veio. Christina Ricci (aquela mesmo que fez a Vandinha da Família Adams), cresceu e dá um show de interpretação, mostra que ela tem bala na agulha. Ela começa o filme nua, em uma cena de sexo com Justin Timberlake, no que seria uma despedida quando ele chamado para a guerra. Após deixá-la, Rae, a personagem da Christina, que é nifomaníaca que sofreu abusos na infância, desfila com roupas curtíssimas em busca de sua próxima vítima, pois não consegue ficar sem fazer sexo.

Após ser agredida, é encontrada por Samuel L.Jackson, que está ótimo como um guitarrista de blues aposentado abandonado por sua esposa. Ele está vivendo um momento de sua vida em que se apóia na religião. Após encontrar a garota machucada, com sérios problemas de ordem psíquica, cria um sincero laço de amizade. Lazarus (Jackson) a leva para casa e decide a todo custo curar a moça de seus problemas. Para isso, toma atitudes drásticas e amarra para que ela não fuja. A partir daí eles passam a se conhecer a ter um vínculo muito forte, e as ações se desenrolam para a redenção e busca da felicidade.

O filme todo é regado a muito blues, do começo ao fim, recheado de grandes interpretações em uma história intrigante e arrebatadora, que toma a atenção até o último minuto. Cura e redenção são tratados de forma inovadora e instigante. Justin Timberlake aparece pouco mas tem papel fundamental para o desfecho da história. Vale a pena conferir!


Direção : Craig Brewet


Elenco : Christina Ricci, Samuel L.Jackson, Justin Timberlake, S.Epatha Merkerson


Ano : 2007


Gênero : Drama


quinta-feira, 24 de abril de 2008

Mário Prata : Minhas vidas passadas (a limpo)


Olá, amigos

Hoje a dica será de um livro que acabei de ler e que adorei. Não queria repetir tão logo o autor, pois tenho várias dicas de diferentes autores, mas não resisti a esta história de um dos meus escritores favoritos : Mário Prata.

Neste livro de 167 páginas, que se lê em uma sentada, Mário Prata nos conta as histórias de suas vidas passadas, que ele toma conhecimento ao procurar um psiquiatra que faz um tratamente a base de regressão. Na capa do livro lê-se Ficcção de Mária Prata? Minhas vidas passadas (a limpo). Segundo o Dr. Leonardo Ramos, o responsável pelas suas sessões de regressão, não é uma obra de ficção, e as histórias foram contadas pelo próprio Mário e estão gravadas em fitas que se encontram no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. O escritor relata 10 vidas, mas neste livro são contadas apenas seis, talvez as mais interessantes, pois o médico, no prefácio do livro, indica que ele teve mais quatro vidas não tão certinhas.

Por enquanto, conhecemos suas histórias de vida como Ana de Betânia, (irmã de Lázaro e Maria Madalena), Gemma (esposa sofrida de Dante Alighieri), Johnny (homossexual inglês), Anhangá (índio brasileiro que conhece Cabral, na invasão do país), Frei Henriquinho (padre português) e Georgette (cortesã francesa amante de Toulouse-Latrec).

As histórias são muito legais e foram contadas de forma super engraçada, como é de praxe no texto de Prata. Creio que até quem não acredita em vidas passadas vai adorar este livro.

Boa leitura, beijos

quarta-feira, 23 de abril de 2008

O padre que sumiu voando de balões


Gente, não posso deixar de comentar a notícia que me fez morrer de rir ontem, apesar de ser trágica. Está em todos os veículos de comunicação : O padre Adelir Antonio de Carli, de 41 anos, está desaparecido desde domingo (20) mar de Santa Catarina. Ele levantou vôo puxado por 20 balões de festas, da cidade de Paranaguá (PR) com o objetivo de bater um recorde: voar por 20 horas usando balões de festa gigantes; por isso teria escolhido o dia 20.


Mas ele não contava com o mau tempo, que o teria levado em direção ao mar. Pouco antes da queda, equipes de resgate fizeram contato, via celular, com Adelir, que chegou a ficar a mais de 50 Km da costa. No final da tarde, pedaços de balões foram encontrados no mar de São Francisco do Sul, Litoral Norte catarinense.


Seria bem engraçado se ele não tivesse se perdido. Este fato me lembrou minha infância, quando assistia ao Balão Mágico e sonhava em voar com a turma toda no balão. O engraçado é que eu tinha medo de voar tão alto a ponto de nunca mais voltar, por isso nunca tive coragem, e até hoje confesso que sou receosa com esta atividade.


Claro que já há piadinhas de todo o tipo, pois no fundo o que o padre fez foi concretizar o sonho da geração que queria voar em um balão mágico, mas infelizmente o sonho acabou de forma inesperada para ele, mas sinceramente bem esperada para mim.


Enquanto aguardamos notícias, segue a foto/piada que acabei de receber.


Beijos, até mais tarde





terça-feira, 22 de abril de 2008

Vídeo celular

Oi, gente. Passei rapidinho pra não perder o pique de escrever, mesmo estando ainda atoladíssima de trabalho. Vejam que video legal, pra variar recebi aqui no trabalho ! Nos faz pensar um pouquinho sobre os prós e os contras da era tecnológica. Beijos e boa terça.

video

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Dica de filme aterrorizante: 1480


Um dos gêneros de filmes que menos tenho assistido é o de terror e suspense. Teve uma época que eu adorava, principalmente esses que envolvem uma temática espírita, vivos e mortos e tal, e não aquela besteirada de Boneco Assassino e Freddie Crugger, e não hesitava em locar vários deste estilo, só para passar um medinho. Amei Os outros e Sexto Sentido, mas nunca mais fui a mesma depois de O chamado. Não sei porque (ou sei muito bem, hihi), aquele filme mexeu comigo, me deixou impressionada. Tanto que desde então, não gosto mais deste gênero.

Fazia tempo que não assistia a um filme que me deixasse com medo, mas ontem foi inevitável. Meu marido chegou da locadora com um dos filmes de suspense mais loucos que já vi: 1408. O
nome se refere ao número do quarto do hotel que o personagem central fica hospedado para tentar desvendar o mistério do quarto. O filme é óteeeemo e psicodélico! Acho que desde A cela eu não via nada tão doido. Mas dá medo, isso dá. Para quem gosta do estilo, é uma ótima dica. Para quem não gosta, vale pela história, faça um esforço e tente, pois o filme é bom mesmo. Diquinha : veja de dia, acompanhada e com o volume de médio para baixo, porque, fala sério, o que mata nesses filmes é aquela musiquinha de suspense que vai crescendo e crescendo até o coração sair pela boca. Pior que isso, só as cenas inesperadas e que a música só toca quando o susto acontece. Affff!


Pequena Sinopse : Um mediano escritor de livros de terror, Mike Enslin (John Cusack), resolveu investigar fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. Então, decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin (Samuel L. Jackson), o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade.


Elenco : John Cusack, Mary McCormack, Jasmine Jessica Anthony, Samuel L. Jackson , Noah Lee Margetts, Emily Harvey, Alexandra Silber, etc.


Direção : Mikael Hafström


Distribuidora: Dimensio Films/ Paramount


Gênero : Terror


Ano : 2007

terça-feira, 15 de abril de 2008

Mário Quintana - Ah! Os relógios

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A bacanal

Gente! Penso muito, o dia todo, principalmente em textos, livros, poemas, prosas, palavras. É meu vício e graças a Deus minha profissão. Esses dias estava pensando em um texto que estudei na faculdade (deve ter sido em Semiótica) e que achei fantástico, e que numa dessas mudanças de casa da vida joguei fora por engano e nunca mais li.
Era um texto em que todas as palavras eram escritas apenas com a vogal A e se chama A BACANAL. Pelo título nota-se que o texto tem conotação erótica, mas é engraçado e surpreendente, pois a autora conseguiu contar uma história sem usar qualquer outra palavra que tivesse as outras vogais, apenas tinham palavras com A.
Como hoje a internet é tudo na vida, achei o texto, l0l0l0l0l0l0l0l0l0l0l0l0. Compartilho ele com vocês. É um conto, um pouco longo mas vale a pena ver esta obra prima.
Se alguém tiver mais algum texto "bacana, manda já"! rss


A Bacanal
por Samantha Las Casas

Hall da fama, bar trash da pacata Araxá, agradava a cambada chapada – Mara, Jarbas, Max, Jack. Mara, a sapata, atacava a danada da garrafa de cachaça: “Marvada!”, grasnava. Jack traçava Plazas a largas tragadas; mascava Adams.
Graça, a mana da Mara, arrastava as amplas ancas às palmas da cambada. Max apalpava a safada às gargalhadas. A Brahma grassava. Baratas passavam na calçada, mas a manada sambava, lambava, dançava tchans, trajava abadás laranja. Cá pra lá, lá pra cá, Carnaval – as danças pagãs abrasavam a calma da lama d’Araxá, alavancavam a sanha das massas. Cansada da cana barata, a assanhada Mara (da tanga prata), Bagdá já pra lá, brada: – Basta! Basta! Pra casa da Graça! – Pra já! À casa da Graça – clamava a cambada, farta das cartas marcadas, da falta da grana, da sanha parca da falsa farra. – Bacanal na casa da Graça! Rá rá rá! – babava a manada.
A casa da Graça, chácara clara à la Casablanca, jaz afastada da farra, mas, às calçadas, Caravans, Ladas, Kas, Pampas vans bastavam. A caravana zarpara. Jarbas mascava Sandra, a mal-amada. Jack Azarava a tal Amanda, a acanhada, dada a Fanta laranja, a chá, a tâmaras. “Barbada! Naba na aranha!” – Jack, canalha, rangava na alma as ancas da tal gata. Graça, mascarada, arrastava a carapaça na grama, amassava a calça na lama da casa. Lá, na casa, a janta acabara. A babá anã, calva, fanha, gaga, manca, parda, armava as alvas camas. Achara na cama a mancha rara: a ama, tarada, sangrara! “Aplacara-a Jack”, achava a babá. “Satanás! Satanás!” Mas: abracadabra! Já na casa, a manada alarmava a babá, atazanada. A alma malsã da ama armava altas baladas. Bradavam: “Às camas! Às camas!” Chamavam Satã, Pã, Zapata, Karl Marx, Franz Kafka. A babá anã, atarantada, zanzava, arrastava a tamanca. A cambada avançava. Tavam c’a macaca. Max dava palmadas nas ancas da Clara. “Vagaba! Vagaba!” A Clara agradava: “Ranga, rapaz! Ranga!”
Max acatava, acasalava c’a Clara na varanda da casa. Jazz, salsa, valsa, ska – altas danças arrastavam a farsa. Cantavam Frank Zappa, Abba, Santana, Paralamas. Já afagavam as mamas das manas – alçavam as nabas. Jarbas na sala (mala!) atrapalhava a Graça a transar c’Alan. Na cama, Sandra agachada: vara na garganta. A gravata amarrava-a na cara, aplacava a asma da magra danada. “Atrás! Avança, atrás! Avança, rasga, rasga!”, bradava a tarada. Rafa, bamba, ás das façanhas, atacava a danada, ganhava a batalha; arfava. Max, atrás, rangava Frank, rasgava a cabaça. Arrasava-a. Frank clamava: Mad Max! What a man!, largava a franga. Sandra amava Frank; zangava amarga c’a cavalgada: “Babaca! Babaca!” Hall: Alan aplacava a tara anal da Sasha, mandava a vara na dama abastada. Afã às pampas, Sasha amava, cavalgava pacas.
Acabara: Sasha cagava na alva cara d’Alan, avacalhava. Atrás da casa, na cabana, Abdala arfava. Ramadã acabara; gastava a tara na Alba, carcava-a, clamava: –“Alá!” –Aaaahhh!!! – lançara a rajada branca na cara da Alba. Pasmada, a babá anã sacava a bacanal da sacada da sala. Parva, agarrava a Santa, chamava: “Ma santa! Ma santa!” A farra carnal da ama saltava às barbas.
Na rampa da casa, Frank flagrara a babá na sacada da sala. Chamava a manada: “A babá! Na sacada!” –A babá anã! A manca sarada! –A anã parda! Amarra!! –Papa a gaga! Graça tratava d’ampará-la: –Nada da babá! Carta branca pra anã! Mas avançaram na casa: amavam anãs. Amarraram-na, atacaram: Rafa na chavasca, Frank atrás. Gargalhavam: “Ranga a vaca! Arrasa! Achata a anã, amassa!” A babá, amarrada, balançava arrasada, agachada na marra, mas... zás-trás! Alcançara a graça. “Saravá! Saravá!” – lavara a alma. Na sala, nas camas, na mansarada... passavam as badaladas, mas a bacanal, assaz assanhada, avançava, tal as safadas chanchadas. A anã, maltradada, apagara. A malvada cambada ralava a pança da babá, falava: “Tava na arca! Tranca a baranga na canastra!” –Vá, Jack, abra! –Arranca a tranca! Taca na arca! –A tranca da arca arrancada, agarraram a anã – mas tan tan tan tan!!!... “Há grana na arca!” Acharam a grana! A grana trancada, cash, la plata, a grana rara da Clara! “Farra! Farra! Afana a grana da arca!” – já clamava a canalha. Mas, Clara, tal arara: –Mancada! Nada da farra! Nã nã nã nã nã! –Azar! Grana achada, nada afanada! – achava a malandra manada. –Pára! – bradava Clara. –A grana sagrada! Nada gastada! Batalhada! –Camaradas! Rachar a grana da arca c’as massa! – falava a Mara, Marx na alma. –Afana! Gasta a grana! Cata a Canastra! – chamava Jack. –Palhaçada! – ralhava Clara, zangada. –Vá garfar a grana da mama, ratazana! –Gasta a Grana! Champanha! Champanha pra cambada!!! –Batalharás nas armas para gastá-la, Jack – Max avançava. –Panaca! – Jack saltara: gravata. Apanhava, já armas brancas – faca, adagas, navalhas. Alan atacava; tal praga, a bagarra alastrava. Varas, clavas, lanças, tralhas, zarabatanas abrasavam a batalha. Palmadas, tacadas, machadadas – na casa, nada calma, nada pacata, as almas sangravam. A algazarra avançava; rasgavam, matavam, apanhavam.
Mas Jarbas parara, sacara a arca largada às traças. Nada falaz, a cara lavada, açambarcara a grana da arca. Trapaça. Caçava a anã; tramava raptá-la, zarpar c’a grana. “Caracas? Rabat? Havana? Praga? – Maracangalha!” Arrasavam a chácara. Avassalaram a sala, rasgaram a cama, amassaram a mandala, atacaram a fachada a bala, assaram as cabras. Caparam Frank. A facada fatal acabara c’Amanda: apagada, sangrava. Jack arfava, a maçã da cara ralada. A manhã já cavalgava; a balada acabara.
A manada, arrasada, nada falava. Babava. A babá anã, malfadada, mancava pacas. Jarbas achara-a na varanda: “Jarbas! Canalha!” “Babá! Babá amada!” Jack matara a charada: Jarbas amava a babá – a babá anã, calva, fanha, gaga, manca, parda! Abraçava-a, amparava-a. “Casará c’a anã Cascata!!” – Achava a cambada. A babá, parada na sala, calava. Mas agarra Jarbas; afaga – brada: –Às favas! Pra Pasárgada!!!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Dica de filme de fantasia superhiperótemo : Stardust


Olá! Voltei para dar uma dica imperdível de um filme que assisti na semana passada. Trata-se de Stardust - O mistério da estrela. O que amei no filme é que além de ser um filme de fantasia, no estilo Senhor do Anéis, Nárnia e A Bússola de Ouro, ele também pode ser visto por quem não curte muito o estilo. Ainda por cima, é bem melhor que estes recentes lançamentos que querem apenas encher os bolsos fazendo trilogias, ou extrapolando tudo como faz Harry Potter.

É como se fosse um retorno de A história sem fim, O feitiço de Áquila, A lenda, entre outros do mesmo gênero que assisti incansavelmente quando era criança. Queria muito ter este tipo de filme de novo, e só consegui voltar a ter aquela sensação que tinha na minha infância ao ver Stardust.

O filme foi baseado em um romance de Neil Gaiman, e tem uma história muito bem amarrada, com começo, meio e fim. Além de fantasia, ele tem aventura, romance e um humor super refinado, além de um elenco estelar, sem fazer trocadilhos.

A história se passa em dois mundos paralelos, um vilarejo chamado Wall e o reino fantástico de Stormhold, contando com uma trama que envolve uma feiticeira e um bando de príncipes homicidas que terem tomar o reino a todo o custo, perseguindo uma estrela cadente. Todos perseguem a estrela cadente, que na verdade é uma jovem, pois ela possui a fonte da juventude para a feiticeira e o colar para dar o reino a um dos irmãos.

A parte dos irmãos rende muitas gargalhadas, e Robert de Niro faz uma participação hilária e triunfal.

Tá começando a esfriar! Recomendo ver debaixo do edredon, um um balde de pipoca e catchup, coca zero e sem preocupação com horário, pois o filme tem 128 minutos, e após terminar, você ainda vai querer ficar comentando sobre ele.


Direção: Matthew Vaugh


Elenco: Charlie Cox, Ian McKellen, Sienna Miller, Henry Cavill, Peter O'Toole, Rupert Everett, Michelle Pfeiffer, Claire Danes, Sarah Alexander, Joanna Scanlan, George Innes, Robert De Niro, Ricky Gervais


Gênero : Aventura/Fantasia


Distribuidora : Paramont


Ano : 2007

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Ceguinha!

Bom dia, gente. Confesso que deixei muito o blog de lado por conta de excesso de trabalho. Mas prometo atualizar com maior freqüência possível após 11/4 (até lá estarei abarrotada de coisas). Antes disso, vou fazer o meu melhor.
Recebi agora a pouco por e-mail do meu colega jornalista Antonio Carlos, lá de Brasília ( que escreve todos os dias no site que eu edito), este vídeo super engraçado. Como já comentei em um dos primeiros posts do blog, admiro muito esses vídeos criativos que saem das mentes loucas publicitários. Veja o que você acha.
Beijos e boa quarta-feiraquecomeçaaficarcinzanoiníciodeoutono!

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